terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Homossexualismo Feminino e o Complexo de Édipo Invertido - Parte III

FILOSOFIA POSITIVISTA

Desde que escrevi as primeiras partes dessa discussão:
    1. O Homossexualismo Feminino e o Complexo de Édipo Invertido - Parte I
    2. O Homossexualismo Feminino e o Complexo de Édipo Invertido - Parte II

... tenho ouvido todo tipo de argumentos contra ou a favor da tese aqui levantada, a de que a estrutura familiar, mas precisamente a ausência paterna possa ser um fator de forte influência no homossexualismo feminino. Para alguns dos argumentos contrários responderei agora...



1. HOMOSSEXUALISMO não seria o termo correto e sim HOMOSSEXUALIDADE (??!!)

RESPOSTA: Segundo alguns, o termo homossexualismo seria algo como uma doença ou distúrbio, enquanto o segundo daria maior visão ao campo da identidade e diversidade e dissociaria da ideia patológica. Pois bem. Eu sou contra essa mudança de nomenclatura porque o "ismo" do homossexualismo também se refere ao um comportamento cultural e à uma filosofia de vida, da mesma forma que encontramos esse sufixo em "marxismo", "socialismo" e assim por diante. Além disso, meus textos anteriores filosofam exatamente a possibilidade do homossexualismo ocorrer por um choque externo ao sujeito, caracterizando assim, nessa hipótese, um distúrbio.

2. FREUD não teria autoridade MORAL para ser utilizado em teoria.

RESPOSTA: Quem usa esse tipo de argumento não entende muito de ciência e filosofia mas ainda assim o respondo: Apenas utilizo uma categoria de Freud, mas o restante se baseia em uma análise tácita, sem maiores pormenores psicanalíticos, e depois, para a minha teoria, não me importa o que Freud fazia antes ou depois do que escreveu, apenas O QUE ele escreveu.

3. Eu não poderia utilizar o universo das meninas que eu conheci para formular a teoria.

RESPOSTA: Claro que eu poderia, qualquer um pode por tal.... Já a teoria ser aceita ou não é outra questão, isso é um blog de filosofia!!

4. Existem lésbicas COM os pais bem presentes...

RESPOSTA: Claro que existem, a teoria é probabilística, e suas variantes ainda não foram compostas. Mas o que se diz aqui é que a ausência do pai PODE influenciar fortemente ao homossexualismo feminino, mas não se afirma o contrário, de que toda lésbica tenha o pai ausente...

ENFIM, quando puder discorreremos mais sobre o tema...


Imagem fonte: crosspinkblue.blogspot.com

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